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Couve-flor gratinada

Essa é uma receita com gostinho de infância. Desde muito pequena lembro da minha mãe fazendo couve-flor gratinada pra gente. Eu sempre adorei couve-flor, de qualquer jeito. Assim gratinadinha, com molho branco e gostinho de queijo então… hmmm! E o mais gostoso é preparar num dia frio e tirá-la fumegante do forno direto pra mesa.

Esse, aliás, é um jeito ótimo de fazer a criançada comer couve-flor. Quem disse que legumes precisam ser sem graça? É só prepará-los de um jeito gostoso que duvido que alguém se recuse a comer.

A única coisa que não entendo é… por que o da mamãe ficava sempre mais gostoso??? Continue lendo ‘Couve-flor gratinada’

Batatas doces orgânicas

Elas são tão gostosas que nem precisa de receita: basta lavar bem, colocar no forno por 1 hora, descascar e mandar ver! Dão um maravilhoso café da manhã, acompanhadas de uma xícara bem quentinha de Breakfast Tea.

Cheesecake de tomate

Essa é a minha versão da torta de ricota e tomate da Fernanda, do Chucrute com Salsicha. Desde que vi essa receita fiquei louca para fazer! Claro que eu não sou nem um décimo boa fotógrafa como ela, mas garanto que ficou uma delícia! Eu não usei manjericão, mas foi só porque eu não tinha em casa – deve ficar maravilhoso. E ao invés de tomates cereja, que eu acho lindos mas não gosto muito, usei os orgânicos da cesta. Continue lendo ‘Cheesecake de tomate’

Fusilli thai de berinjela

Como eu já disse nos posts anteriores, ando cozinhando muito pouco. Inspiração nem é o problema, é que eu tenho mesmo ficado muito pouco em casa. E daqui a pouco mais de uma semana começo a dar aulas, e aí o tempo vai ficar ainda mais escasso do que já está…

Lamentos à parte, de quando em quando preparo um macarrãozinho rápido pra matar a vontade de comer uma coisa saudável e gostosa e também para aproveitar os maravilhosos orgânicos que recebo na minha cesta semanal. Continue lendo ‘Fusilli thai de berinjela’

Pão de hoje

O pão de fermentação natural de hoje, recém saído da máquina de pão, ficou tão lindo, mas tão lindo, que merecia ser publicado. Não é de dar água na boca?

Crítica de restaurante – Vegethus

 Hoje fui conhecer o restaurante Vegethus. Apesar de ficar bem perto da minha casa, eu nunca tinha ido lá. Ele funciona em esquema self-service com preço fixo, incluindo buffet de saladas, buffet de pratos quentes, suco e sobremesa. Continue lendo ‘Crítica de restaurante – Vegethus’

Friarielli

 imagem: Wikipedia

Tenho estado super sem tempo para cozinhar. Acabei de começar no meu trabalho novo e tudo que eu tenho feito na cozinha são saladinhas para o jantar e o pão integral na máquina de pão.

De qualquer modo, lendo o blog da Heidi hoje de manhã, tive uma crise de nostalgia e resolvi compartilhar com vocês a experiência. Em 2005, morei em Nápoles por quase 2 meses. Lá, é muito comum (e típico do local) uma verdura que se chama Friarielli, que se come, em geral, com linguiça (tem até pizza de linguiça com friarielli!), o que não é exatamente saudável, mas enfim.

Pois bem, a Heidi usa muito uma verdura que se chama kale, que nunca descobri direito o que é. Só sei que ela é parente da couve e do brócolis. Aí, nos comments, alguém cita o tal friarielli, que em inglês se chama broccoli rabe. Nunca vi aqui no Brasil, mas ela é bem parecida com o brócolis, porém com um sabor bastante diferente. Ela é um pouco mais picante, pelo que me lembro.

Nossa, que saudade!

Feedback

O post sobre o microondas tem tido muitos acessos desde que foi publicado. Isso só mostra que há muitas dúvidas a esse respeito. E pouco se fala sobre o assunto (e em grande parte desse pouco há um certo terrorismo).

Obrigada pelo interesse e continuem acessando!

Leiam e comentem!

Salada oriental de cenoura

Essa salada já é um clássico aqui em casa. Sempre que sobram cenouras acabo fazendo essa receita, porque é muito fácil de fazer e é muito gostosa. Usando cenourinhas orgânicas não precisa nem descascar, é só lavar muito bem com uma buchinha, cortar as extremidades e ralar. Continue lendo ‘Salada oriental de cenoura’

Qual a vantagem da fermentação natural, afinal de contas?

Já falamos bastante por aqui de pão de fermentação natural. Eu passei a minha receita, feita na máquina de pão, e a Estela passou a dela, que é feita na batedeira Kitchen Aid (mas que também pode ser feita à mão).

Mas acho que pouca gente sabe qual a diferença entre o pão de fermentação natural e o pão feito com fermento biológico. Afinal, os dois usam leveduras para fermentar o pão, não é? Eu acho que o termo “fermentação natural” causa um pouco de confusão. O termo usado em inglês “wild yeast” (algo como “fermento selvagem”) me parece mais apropriado, já que estabelece bem a diferença entre o fermento comprado no supermercado e aquele cultivado em casa. Continue lendo ‘Qual a vantagem da fermentação natural, afinal de contas?’

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